Resenha do livro: Cidades De Papel

segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Olá mais um dia de BEDA, e eu trouxe a resenha do livro cidades de papel como diz o enunciado, sei que muita gente abomina John Green e seus livros "dramáticos", mas sei também que muita gente adora, eu apesar de só ter lido dois livros dele gosto bastante da escrita, Cidades de Papel é meu favorito e tenho um caso de amor e ódio pelo Teorema Katherine. Deixe sua opinião nos comentários, se você gosta ou não de John Green (como escritor ). Espero que gostem. 

Livro: Cidades de papel
Titulo original: Paper Towns
Autor(a): John Green
Editora: Intrínseca
Ano: 2013 (2008 nos EUA)
Páginas: 368
Avaliação: ♥♥♥♥♥

                                     John Green

John Green nasceu em Indianópolis, Indiana, EUA, no dia 24 de agosto de 1977, mas cresceu em Orlando, Flórida. Ele estudou na Lake Highland Preparatory School e na Indian Springs School (local usado para cenário do livro “Quem é Você Alasca?”). No ano 2000, formou-se em Inglês e Estudos Religiosos, pela Kenyon College. John chegou a considerar a possibilidade de ser ministro episcopal. Passou cinco meses trabalhando em um hospital infantil, o que lhe inspirou mais tarde a escrever “A Culpa é das Estrelas”.
John Green é uma estrela do segmento chamado de Young adult – a literatura para adolescentes e jovens, é autor dos livros “Quem é Você Alasca?” (2005), O “Teorema Katherine” (2006), “Deixe a Neve Cair” (2008), “Cidades de Papel” (2008), “Will e Will, Um Nome, Um Destino” (2010) e “A Culpa é das Estrelas” (2012), um sucesso de vendas nos Estados Unidos e também no Brasil. A literatura de John Green é realista e firmemente ancorada nos dias de hoje.
Ao lado do irmão Hank, o escritor mantém um canal no YouTube, o VlogBrothers, com mais de 1,1 milhão de seguidores. Os vídeos se limitam a mostrar os dois irmãos, alternadamente, falando para a câmera sobre temas contemporâneos. 


Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 
Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.


Minha opinião: Eu simplesmente adorei, acho que poderia ter demorado um pouco menos pra acontecer algumas coisas e ao mesmo tempo um pouco mais para outras, porque algumas partes aconteceram muito rápidas e outras lentas de mais. Sobre o final que é tão criticado, achei que por ser do jeito que foi acabou dando um ar real e não um ar dramático e chato de felizes para sempre, aquela incerteza do final é muito boa porque analisando o Quentin e a Margo é exatamente isso que vejo pro final. Margo não é do tipo que ia ficar e aceitar um simples final feliz e deixar por isso mesmo. A Margo que Green retrata é mais que isso é a garota incrível destemida e corajosa, que sempre apronta alguma coisa. Esse tipo de final em que não há realmente um termino da história é muito bom é como se os escritores/autores nos proporcionassem a ideia, todo o enredo e depois somos nós quem decidimos o que fazer com seus personagens.
    John Green sabe escrever histórias de adolescentes ele sabe ser o personagem adolescente e acho que sabe tão bem que acaba fazendo quase sempre o mesmo padrão, o personagem principal que é inseguro e inteligente sempre meio obsecado por algo e o coadjuvante incrivelmente legal e bem humorado, quem já leu o Teorema Katherine sabe o quanto o Colin é chatinho e o Hassan  é muito divertido e legal. O que não é necessariamente ruim porque é algo diferenciado, geralmente os personagens principais dos livros são legais e acho que Green quebra muito bem isso sabe, tira um pouco aquela mesmice e os finais que ele escreve também são excepcionais.  Mais uma coisa sobre seus livros é que mesmo com os dramas ele tem um bom sendo de humor, e geralmente seus personagens tem um senso de humor inteligente. O significado por trás de “cidades de papel”, os pensamentos muito interessantes por trás do livro, as reflexões sobre as pessoas, sobre mim, tudo    que ele me proporcionou fez dele meu livro favorito, e espero que você também possa tirar grande proveito dele porque afinal não acho que seja uma mera historinha adolescente.
Muito obrigada ♥

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