Resenha do Filme: O Quarto Dos Esquecidos

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Oii queridos da Tia May!!!  (Sempre quis chamada assim, mas vai demora, horrível ser irmã mais velha). Hoje é mais um dia daquelas resenhas de filme ou série, que não é nenhuma das meninas que faz, mas sim, um amigo muito especial, que já estou com saudade dele "-" 
(alisson810silva@gmail.com)



 O Quarto dos Esquecidos conta a vida de uma família que, para tentar esquecer um trauma passado na sua vida, compraram uma casa no campo afastada da civilização onde a protagonista vivida pela Kate Beckinsale é uma arquiteta e descobre na casa um quarto que não estava na planta da casa e que ela quer a todo custo entrar naquele quarto sem nenhuma razão aparente.

 É difícil fazer um filme de terror hoje em dia que consiga realmente cumprir com seu propósito e a maioria dos filmes não conseguem atingir seu objetivo e esse não é diferente. Com diálogos clichês sobre o fato deles estarem em uma casa assombrada, o casal não me convenceu de que eles se amam, muito pelo contrário parece que apenas eles aguentam um ao outro pelo fato deles terem um filho pequeno e querem fazer a vida deles ser um conto de fadas. O trailer do filme passa a ideia de uma história extremamente tocante e envolvente mas na prática o filme não consegue nem ter uma coerência nos fatos, tendo a pior estrutura de roteiro que eu já vi depois de Convergente.

 Vale lembrar que o gênero terror não consiste em filmes que assustam por simples sustos secos na tela (susto seco é aquele onde simplesmente acontece alguma coisa na tela sem acrescentar nada na história, só acontece para suprir a necessidade de quem está assistindo de se assustar com alguma coisa ja que o roteiro não consegue fazer isso) mas consiste em você conseguir fazer com quem esteja assistindo tenha medo da história colocando algo envolvente para pessoa se assustar e esse filme, assim como vários outros, não conseguiram fazer isso, e até mesmo alguns sustos secos conseguiram decepcionar.

 Eu acho que o único ponto positivo desse filme é o visual. A casa onde o filme se passa é muito característica de filmes de terror, porém ela consegue passar um certo receio onde você pensa “eu não gostaria de morar nesse lugar’ pois realmente ela é meio assustadora. Mas você também se questiona “por que um casal com um filho, se mudam para um lugar extremamente deserto afastado de tudo em uma cidade menos que um bairro e acabam indo para uma casa gigante?” Isso é uma dúvida aparente em todo filme.

 O roteiro tenta colocar uma explicação sobre o que significa o termo “o quarto dos esquecidos” contando uma história sobre crianças desfiguradas e coisas do tipo que não consegue convencer e simplesmente fazer com que você queira sair do cinema ou até mesmo do lugar de onde você está assistindo.

 O elenco não entrega a melhor atuação do mundo, mas não tem como exigir uma grande atuação de um pequeno roteiro.

 Concluindo, espere o filme chega a Netflix ou até mesmo alugue um DVD pois o filme não vale a pena ser assistido no cinema. O cartaz do filme cria uma expectativa muito grande que até mesmo o próprio trailer quebra, mostrando algo totalmente diferente, fazendo parecer que o cartaz foi feito daquela maneira apenas para chamar atenção usando uma criatura já conhecida dos filmes do gênero Terror, o que faz com que quando o filme termine, ou quando começa o “grande” clímax, você questiona a si mesmo do que aconteceu o filme todo e quando vai começar o filme cujo o qual você estava esperando assistir.

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